BREVE HISTÓRIA DO GrETUA

O Grupo Experimental de Teatro da Universidade de Aveiro foi fundado em 1979 e é o segundo núcleo mais antigo da Associação Académica da Universidade de Aveiro. Criado por um grupo de alunos, entre os quais António Sampaio da Nóvoa, o GrETUA rapidamente assumiu um papel de destaque no teatro académico nacional.

Em 1996 vê os seus esforços reconhecidos pela Universidade de Aveiro e pela respetiva Associação Académica, passando a ter um espaço próprio: o local onde reside atualmente.

Durante os seus quase 40 anos de existência, o GrETUA foi premiado várias vezes nacional e internacionalmente pelos seus trabalhos, destacando-se o ano de 2007, onde foi premiado pelos trabalhos de João Fino em Lisboa, na Covilhã e em Ourense, arrecadando o primeiro prémio tanto dos jurados como do público.

Depois de mais de 50 produções originais, o GrETUA orgulha-se de ter sido espaço de formação e de acolhimento de nomes como Rui Sérgio (Teatro da Trindade, Inatel); Isabel Alves Costa (Rivoli, Festival Internacional de Marionetas do Porto); Vítor Correia (Efémero); João Paulo Costa; Jorge Manuel Fraga; João Fino; e muitos outros.

Apesar do seu rico passado, o GrETUA sempre sofreu com a irregularidade das suas direções. Assim, a partir de 2015 iniciou-se um projeto de objetiva continuidade, com a entrada do corpo dirigente coordenado por João de Pantaleão. Desde então, o espaço tem sido recapitalizado técnica e culturalmente.

Atualmente, o GrETUA rege-se por três directivas distintas:

Enquanto casa de espetáculos, fomentadora de hábitos culturais transversais à Universidade e à Região, aproximando o restante território nacional;

Enquanto projeto educativo, como espaço de formação de lançamento de propostos artistas;

Enquanto espaço de criação e produção, para que possa não só introduzir os jovens aos diferentes meios artísticos mas, acima de tudo, dar continuidade ao seu trabalho.